Olá a todos!
Como muitos de vós devem já saber, comemora-se hoje, dia 19 de Novembro, o dia mundial do xadrez! Dia este coincidente com o nascimento do grande xadrezista J. R. Capablanca (xadrezista Cubano nascido em 1888 e tendo falecido em 1942. Aprendeu a jogar xadrez com 4 anos e aos 13 consagrou-se campeão de Cuba. Acabou por destronar E. Lasker em 1921, em Havana, do título mundial).
A Federação Portuguesa de Xadrez, de modo a celebrar esta ocasião, irá realizar uma vídeo-conferência a partir de Lisboa, conduzida pelo MI António Fróis, com 4 pontos de acesso, no Porto (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto), em Aveiro (Universidade de Aveiro), nos Açores (Universidade dos Açores) e em Beja (Escola Superior Agrária de Beja).
A vídeo-conferência pode ainda ser assistida por qualquer amante da modalidade via internet (http://wms.fccn.pt/fpx).
A hora prevista de inicio é às 17 horas.
A todos os amantes desta modalidade (e não só) eu desejo um muito bom resto de dia, e que aproveitem ainda para fazer uma partidinha;)
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Blitz Kosteniuk - Skripchenko (1)
A primeira das 2 partidas da final de 2005 do Golden Blitz Tournament de Moscovo
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sábado, 29 de agosto de 2009
Queres fugir comigo?
A minha memória é imperfeita, por vezes esqueço-me de situações, lugares e até pessoas.
Mas há algo que sempre recordo...
Como me olhaste naquela noite.
O teu olhar aqueceu o meu coração, apagou todos os meus medos e por momentos fomos as unicas pessoas do mundo.
Foi inevitável o choque das nossas bocas, das nossas mãos, dos nossos corpos.
O que vivemos foi amor, e talvez por isso te deixei partir, não te prendi a mim, não te pedi para ficares, não te convidei a viveres um amor aparentemente impossivel.
Faltou-me coragem para lutar pelo teu amor, e pergunto-te:
Queres fugir comigo?
Mas há algo que sempre recordo...
Como me olhaste naquela noite.
O teu olhar aqueceu o meu coração, apagou todos os meus medos e por momentos fomos as unicas pessoas do mundo.
Foi inevitável o choque das nossas bocas, das nossas mãos, dos nossos corpos.
O que vivemos foi amor, e talvez por isso te deixei partir, não te prendi a mim, não te pedi para ficares, não te convidei a viveres um amor aparentemente impossivel.
Faltou-me coragem para lutar pelo teu amor, e pergunto-te:
Queres fugir comigo?
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